terça-feira, 1 de abril de 2008

A partir de algumas discussões com o grupo, começamos a traçar um plano de pesquisa, trabalho e realização seguindo o tema proposto: “O que é Design hoje”. Tivemos idéias iniciais, levando em consideração o pouco que sabíamos sobre o assunto e chegamos a conclusão de que a pesquisa será desenvolvida desde o surgimento do conceito, das evoluções adquiridas ao decorrer do passado para analisarmos as implicações concretas no presente e suas futuras aplicações.
Visando uma verdadeira função social do recurso em questão, aprimoraremos o estudo focando as adaptações do que já existe em benefício do homem, buscando entender a sociedade e seus comportamentos.
Apesar de termos chegado a essas idéias primárias sentimos falta de algo mais concreto, e também de influência externa. Com isso decidimos entrevistar pessoas envolvidas com arte e design, visitar exposições, pesquisar em revistas e internet, coletar imagens, tudo para que pudéssemos assim ter uma visão mais ampla do tema tratado.
Algumas entrevistas já foram feitas com uma câmera de celular. Isso porque levamos em consideração a espontaneidade, praticidade e a presença do celular nas mais variadas classes da população. O celular como ferramenta. E serão integradas ao trabalho para apresentação. As primeiras iformações registradas nos levaram a crer que o desing tem uma forte função de comunicar, pois a comunicação visual é rápida e impactante; que é mais útil do que um simples adorno; pode ter uma criação intuitiva sem moldes clássicos; e é uma forma altamente expressiva e repleta de cultura regional. Nosso encontro aconteceu na livraria cultura do Conjunto Nacional, para que pudéssemos pesquisar em livros algumas idéias básicas como a frase a seguir:


“Certamente, todos esses pioneiros tiveram o primitivo entendimento de que em seus trabalhos deveriam se preocupar com a ergonomia, funcionalidade e custo-benefício. Mas, com a perspectiva histórica podemos ver que a sua preocupação maior era a mistura da estética com a moral em objetivo de criar um estilo próprio.”

BAYLEY, Stephen/ CONRAD, Terence.

JOÃO.

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